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Magickando 09 – Role do Kleber

Praise the Sun!

Magickando é o seu novo podcast sobre magia e capirotagem. Entenda finalmente sobre as artes ocultas de maneira clara, objetiva e descompromissada. Pelos olhos de Andrei Fernandes, Marcos Keller, Juliana Ponzilacqua, Livia Andrade e Vinicius Ferreira. No episódio de hoje, vamos seguir uma pessoa chamada Kleber para contar as histórias sobre causos que deram ruim e rolês errados!

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Este podcast é um oferecimento Penumbra Livros;

Sigilão dos Magickeiros para a vergonha presidencial;

 

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  • Kowa Kowala

    Estava no aguardo 🙂

    • Macedu666

      • Kowa Kowala

        Macedu666 !!

        • Vi o show do Daniel Tree em Curitiba, caos in excelsis! ImI

  • Sobre o sonho da Ju, só um comentário: li em algum lugar ai (não tenho certeza da veracidade da informação, mas faz sentido ao menos pra mim) q, durante o sono, a parte do cérebro responsável por ler e escrever, interpretar signos e tal não “funciona”. Daí em sonho a mente funciona igual a de um disléxico, e tem dificuldade em interpretar escrita. Talvez isso explique o motivo de não ter entendido direito o q q tava escrito no livro em questão…

  • Oi a todos,

    Muito legal as histórias contadas. Vou contar uns rolês do Kleber que tive:

    1) Esse foi devido a ser estagiário, provavelmente, eu contei ao Keller esse rolê bizarro.
    Nessa época trabalhava como analista de sistema e estagiava em uma empresa, na qual fui com meu chefe para uma reunião com cliente, pois eu seria responsável por desenvolver um site e configurar um servidor Linux. Tal sujeito exportava plantas da Mata Atlântica, principalmente uma que, segundo as lendas, além de afrodisíaca fazia quem a consumi-la jamais ter problemas de ereção e várias estórias de senhores com 90 anos casados com mulheres e tal… Era uma casca de alguma árvore…
    Ao chegar a reunião na casa do gringo, ele disse: “Vocês precisam experimentar meu produto para iniciarmos a reunião”. Nessa hora o tempo parou e fiquei pensado: “Casca de árvore afrodisíaca e o sujeito quer que eu, meu chefe e ele comamos isso antes da reunião…” – sendo estagiário, imaginava que meu cu estaria em alto risco…
    Contudo, tudo iria piorar ainda mais. O gringo disse: “E não é em qualquer lugar, vamos fazer isso no meu escritório lá em cima”. Aí já estava pensando no que isso poderia ocorrer… Subimos a seu escritório e eis que emerge outra frase bizarra: “Para o produto fazer mais efeito, é necessário uma bela mulher nos entregue”, e ele chamou sua “esposa” para trazer o produto… Veja: estava eu, meu chefe, o gringo e ele chama sua “esposa” para entregar pedaços de casca de árvore que é afrodisíaca e combate impotência. Só me vinha a mente que logo estaria em em uma festa ao estilo do “De olhos bem fechados” do Kubrick.
    A mulher veio, com uma cara de quem não estava afim de ouvir as baboseiras do gringo e entregou um saco plástico cheia de cascas de árvores e ela foi embora.
    Ele ele distribuiu entre todos e disse: “Esse produto é da terra de vocês, então vocês precisam experimentar”. Meu chefe vira e diz: “Você primeiro Tiago…”. Comi o pedaço de casca de árvore, e gosto de madeira nunca sairá da minha memória, os demais o mesmo e fizemos a reunião.
    Eu e meu chefe conversando depois, não sentimos efeito algum, mas ele estava meio estranho dirigindo, então é possível que deu algum efeito e não tinha possibilidade de percebê-lo. Não lembro de nada bizarro ocorrer, e espero que não tenha esquecido nada bizarro efetivamente, pois sendo estagiário, naturalmente seria o problema a me foder, e talvez literalmente…
    Algum tempo depois o gringo sumiu, após “alguém” denunciar que ele exportava ilegalmente plantas da Mata Atlântica…

    Lembrando mais, eu posto aqui.

    Tudo de bom a todos!

    Tiago de Lima Castro

    • Outra história:

      2) Certa vez fui convidado para jantar com uns conhecidos, aí fui. Mal sabia que era um convite de Kleber…
      Na verdade queriam que eu fosse lá para sentir energias do local, ver se conseguia ver algo e tentar fazer um trabalho para limpar o loca… Basicamente, o jantar era e a carona era uma espécie de pagamento.
      Não estava em vibe de fazer isso, até porque quando saquei o motivo do convite, desviei do assunto e não comentei muito o que senti e tal. Foi só dizer que não estava em condições de fazer isso, logo me convidaram a me retirar…

      3) Outro rolê parecido: Pediram-me para ir fazer uma prece para uma senhora… Acabei indo e, quando vi, o povo da família queria que eu incorporasse no local, desse passe em todo o mundo… Não incorporei nem nada, só fiz uma prece com todo o pessoal lá e tal, mas o povo queria fazer até consulta… Bizarro…

      4) Fui apresentar uma peça espírita em um local aí…
      A pessoal que convidou tinha agendado uma apresentação em um local. Ao chegarmos lá, era uma casa de forró toda preta e vermelha com umas manchas bizarras no chão e parede…
      Não tinha clima no local, só tinha luz negra… O tema da peça era Francisco e Clara de Assis…
      Como estava agendado e tal, foi aquilo, aceitamos agora vamos até o final…
      Fizemos um trabalho de limpeza lá, colocamos nossas luzes para o ambiente ficar menos vermelho e preto. No final, como o povo da cidade sabia que a pessoa era meio doida, ninguém foi assistir, além de ser jogo do Corintias no mesmo dia…
      Foi um desafio, mas foi aquilo: depois desse desafio, qualquer rolê maluco que aparecesse o grupo estava preparado.

      5) Fui participar de um trabalho voluntário em que subiríamos uma favela da Zona Norte, com autorização do chefe do tráfico do local, e ia fazer um evangelho em que o líder do trabalho iria incorporar cantores. A mudança de timbre e dos modos de usar a voz era bem interessante, o Espírito que incorporou e controlava o trabalho ia falando umas coisas para a pessoa… Eu fiquei mais acompanhando com violão mesmo. Qual o elemento Klebístico? Tínhamos horário para ir embora por ordem do chefe do tráfico e a entidade não parava…
      O lugar era tão labiríntico, que sem um dos soldados do chefe indo nos buscar, nos perderíamos lá dentro e sabe-se lá o que…
      Quando ele vinha e percebia o cara ainda incorporado, não queria se envolver e voltava depois…
      No final, saí de lá perto das 11hrs, demorou 30min para me levarem ao trem e quase perdi o trem.
      Se os soldados resolvem encrencar conosco pelo cara não parar de dar passividade, sei lá…
      Tive outros convites de ir novamente, mas preferi evitar, afinal, um dia um soldado mais revoltado com questão religiosa e resolve fazer besteira…

      Acho que são estes rsrs

      • Mais uma:

        7) Eu fui num Sarau meio esotérico. Ia lá tocar, divulgar meu trabalho de poesia e de músico, que dou aulas e tudo o mais. Cheguei mais cedo naquele dia.
        Estava lá o organizador e uma professora de dança. Ela tem um trabalho muito interesse tendo atuado em balé clássico, contemporâneo, dança do ventre, e um monte de coisa. A garota era muito gente boa.
        Ela faria uma vivência de um trabalho que ela faz com mulheres envolvendo dança com véus, mas sem ser a tradicional, é um negócio de treinar expressão corporal e autoconhecimento do feminino e tal. Ela tem um trabalho bem sério como professora de dança e faz essas vivências também.
        Naquele dia, ela faria uma vivência mista para apresentar por alguns motivos: Se chamar só as garotas, seus namorados ou maridos podem querer não deixar ou elas evitarem participar com receio disso, além dos caros aproveitarem para ficar olhando as outras garotas e tal… Então, ela pediu para eu e o organizador também dançarmos, pois assim as garotas levariam seus namorados para a atividade, afinal, se já tem homem hétero participando, então não feriria a masculinidade deles…
        Eu confesso que não sou de dançar, tenha uma vergonha muito grande de dançar em público, apesar de achar dança uma arte maravilhosa e até me divertir dançando sozinho vez ou outra… Contudo, como o pedido dela era bem válido e tal, acabei aceitando, sabendo que podia dar merda, tanto de eu ficar paralisado de vergonha, como arranjar briga, e foi a segunda opção que quase ocorreu… Eis o Klébler armando todo o cenário…

        Na hora todos os homens presentes começaram a participar. Era divertido, bem divertido mesmo, e tinha umas brincadeiras de tentar movimentar o véu em cada mão ao ritmo da música e tal… Quando percebi, o organizador ficou envergonhado e meio que saiu da roda, e os demais caras também. Até aí fiquei na minha e continuei, claro que evitando interagir demais com alguma garota ali para não arrumar confusão.

        Eis que Kléber se manifesta em plenitude: Agora, o negócio era você passar o véu sobre as outras pessoas, compartilhando energias e tal… Neste momento, o tempo parou para mim e consegui observar cada olhar masculino em minha direção. Basicamente: Os homens estavam me olhando, por ter sido o único a ficar dançando com os seguintes olhares: “Deve ser viado”, “Até que estava legal, mas estou com vergonha, afinal sou um homem”, e o pior era: “Esse filho da puta está interagindo com nossas mulheres e agora vai ser mais direta… Se encostar na minha mulher, vou quebrar você…”.
        Pensei em várias reações possíveis e imagináveis, mas resolvi continuar dançando, porém, não iria interagir com elas para evitar alguma discussão desnecessária depois, pois a cara de raiva de um estava pesada… E justamente a única garota que veio passar sobre minha cabeça foi a namorada desse cara…
        Fiquei na minha, aí a professora de dança percebeu e sutilmente veio a minha frente e meio que eu fiquei interagindo com ela. Dessa forma, escapei de briga posteriormente.
        Ao final ela veio me agradecer e até comentou que só eu não senti a masculinidade pressionada, pois todos começaram a brincadeira e foram saindo… Ela também comentou que parte das garotas estavam envergonhadas e usaram o argumento de que um cara já tinha se levantado para participar e por isso eles teriam que ir também.

        Foi muito divertido, e foi meio um ritualzinho e tal, mas foi um risco. Teve gente que ficou me olhando torto o restante do evento…

        • Ana Rodrigues

          Rapaz , tu se mete em vários rolês de Kleber hein kkkkk

        • Karen Lima

          Pô, Tiago! Vamos ser amigos? Hahaha. Você se diverte demais, cara.

  • Laura Hofmann

    Eu preciso começar este relato dizendo que EU SEI que não foi o meu momento mais brilhante em relação a “maxía” da minha vida ok? E que eu fui o Kleber do rolê!
    Enfim: no fim de 2016 eu tive meu pobre coração definitivamente partido por um ser. Novamente gente, EU SEI, que não deveria ter feito o que eu fiz, hoje EU SEI que não poderia me incomodar ao ponto de fazer o que fiz.
    Basicamente eu resolvi fazer um feitiço para que o cidadão pensasse constantemente em mim. Não era nada de muito violento ou sofisticado, mas ainda assim era um feitiço que envolvia manipulação de pensamentos de outrem e eu SEI QUE É ERRADO.
    Um dos elementos deste feitiço era um vela vermelha e aí cabe um parênteses. Nos meus conhecimentos parcos em magia e esoterismo a cera da vela em feitiços sempre é absorta pelo outro lado. Em outras palavras: todas as vezes que eu acendo uma vela com algum propósito a cera simplesmente desaparece sem deixar uma gota sequer de sobra. Várias vezes o único vestígio de que eu acendera uma vela era uma pequena mancha de calor sob a superfície. Eu sempre interpretei como sendo a energia da minha intenção inteiramente recebida pelo astral para ser trabalhada.
    Mas nesse feitiço maldito a cera da vela vermelha simplesmente derreteu no pratinho inteira. Apenas o pavio queimou. A cera ficou inteira numa total conservação de massa.
    Fiquei full pistola! Num momento de insanidade (por falta de melhor definição) eu decidi que iria queimar a cera. Fiz uma pequena fogueirinha na cozinha com álcool algum papel inflamável e com a cera. Tanto o papel e o álcool queimaram, sendo que o papel virou cinza. Ainda assim a cera apenas derreteu. Em um momento de desespero foi o meu erro e susto. Virei a garrafa de álcool em cima da chama. O vapor inflamável subiu em chamas pela parte líquida em direção à garrafa fazendo um barulho peculiar (tipo um VÚÚÚUUPP).
    Nesta hora eu tive certeza que gatos são agentes da magia! Aliás, caberia um episódio específico sobre eles.
    A minha gata, Selina Kyle Hofmann, uma gata preta diva absoluta, entrou na cozinha miando mega alto como se estivesse me dando um puta esporro. Tenho certeza que ela dizia: “PUTA QUE PARIU LAURA! QUE ROLÊ É ESSE QUE VOCÊ FOI ARRANJAR?! SE NÃO SOU EU AQUI VOCÊ ESTAVA MORTA! COMO VOCÊ SOBREVIVE LONGE DE MIM!?”
    Na hora eu fui chamada de volta à sanidade!
    Mas quem disse que eu desisti de queimar a cera?
    Não, a interrupção da gata só me disse que era importante me livrar daquilo.
    Levei para os fundos da casa e fiz uma fogueirinha mais segura no muro dentro do terreno. A Selina ficou em pé no muro olhando para as chamas e alternando o olhar para mim como se dissesse “EU REALMENTE NÃO SEI COMO VOCÊ SOBREVIVE SEM MIM! VOCÊ TEM NOÇÃO DA MERDA QUE ARRANJARIA SE EU NÃO ESTIVESSE AQUI!” É sério: gatos em geral tem um certo olhar de reprovação peculiar. O olhar da Selina era reprovação e preocupação misturados.
    Ela e eu ficamos olhando a fogueirinha queimar até o fim. Em determinado momento a Selina pulou do muro e veio empurrando um saquinho de pão de papel usado. Quando fui olhar A PORRA DA CERA ESTAVA INTACTA, apenas derretera.
    Entendi a mensagem da Selina: raspei toda a cera e coloquei no saquinho. No dia seguinte dispensei em um lugar com água corrente.
    Enfim, já havia sugerido um programa só com relatos de rolê errado do Kleber. E tive certeza: há um motivo para bruxões terem familiares e porque gatos são os melhores!

  • Vinícius Antonio Cavalcanti Ma

    Caraca, sobre essa parada de sonhos, eu tenho um amigo que muitas vezes tem uns sonhos bizarros de que ele tá em um mundo totalmente destruído, já comigo eu tenho um sonho que se repete várias vezes: eu tô em uma estrada que chega perto de uma bifurcação onde tem uma montanha/serra na frente, várias e várias vezes já tive esse sonho.

  • Luigi Choffe

    Carreguei um SIGILO deixando ele em baixo do celular carregando, veremos se funciona !!

  • Guilherme Ferreira

    [ainda não ouvi o podcast]
    Sempre quando falam do arquétipo do Kleber, me vem a mente aqueles blogs e youtubers de “terror” que ensinam rituais de contato com entidades extremamente perigosas e sem retorno nenhum. Sei que muitos desses “rituais” são tirados no cu, mas eu acredito que eles funcionem.
    Um amigo meu fez um ritual desses e deu bem ruim.

    Consistia em ficar na casa segurando uma vela durante a madrugada. E as entidades tentariam apagar essa vela.
    Por volta das 4 da manhã a porra da vela apagou no mesmo instante que ele tropeçou e bateu a mão num vaso de vidro. O gênio se cortou na altura do pulso.
    Ele foi ligar pro pronto socorro, acreditando que tinha cortado o pulso e quando levou o telefone à orelha, segundo ele, ao invés de ouvir o tom da linha, ouviu gargalhadas de uma plateia.
    Desesperado, ele foi bater na casa do tio dele, que na época morava ao lado, e só então foi levado pro hospital.
    Esse tio disse que o corte sangrava muito e ficou com medo que o moleque morresse de verdade.
    O corte não chegou a pegar a arteira radial, mas ele teve que levar 3 pontos.

  • Livia Andrade
  • Ana Rodrigues

    Adorei o episódio,ri muito . Mas segue aí meu aconteceu comigo num rolê do Kleber.

    Eu fui em um rolê onde o Kleber foi meu próprio irmão. Nossa família é toda esotérica e sempre pendemos para o lado das capirotagem, porém meu irmão em uma fase de sua adolescência cismou de frequentar uma igreja evangélica específica de jovens . Não contente em se converter ele me encheu a paciência para ir em um culto com ele . Pois bem , lá fui eu em uma sexta acompanhar o rolê. Chegando na igreja ,ela era bem grande e estava cheia de jovens gafanhotos, meu irmão foi me apresentando para a galera , eu que sou do rolê das magiass ( leia com a voz da Ju Ponzi) ,sou bem cabeça aberta e fiquei de boa enquanto o pessoal tentava me convencer de que as paradas na bíblia de fato aconteceram. Conversa vai ,conversa vem ,começou o culto . O pastor ficou lá falando aquelas coisas de sempre por uns 40 minutos quando do nada o pessoal foi apagando as luzes e deixando só umas luzes negras e uma galera que até então tava de boa começaram a se jogar no chão e falar na língua do chupabalahalls em volta de mim, eu fiquei bolada, estava parecendo incorporação das linhas de matriz africanas ,mas sem toda aquela ritualística.  Fiquei ali ,parada,torcendo para ninguém esbarrar em mim e não conseguia achar meu irmão ( só dava para ver silhuetas). A galera pirando e alguns cantando umas músicas e do nada uma galera me abraça e começa e me incitar a cantar com eles . Eu fiquei sem reação ,não sabia as músicas, não sabia nada naquela parada ali ,só pensei ” Onde eu vim parar ? Chessusssss”. Depois de um tempo ,pessoal foi ficando mais calmo e voltando ao normal, o que para mim pareceu uma cena do limbo para eles era normal. Achei meu irmão quando as luzes se acenderam e falei para ele que ia embora . Fui para casa e quando ele voltou, eu prometi que nunca mais iria nos rolê que ele inventasse de me chamar. É isso pessoal ,só queria por essa experiência bizarra para fora . Abração

  • Jonathan Diego Knopf

    Eu juro que li “O rolê do Keller”.

  • Magus Malukus

    Esse Rei Arthur é uma figura!

  • Magus Malukus

    Parabéns pelo podcast, atualmente é o único que escuto. Deve ser uma delícia esse pandemônio de gravação. Vocês me divertem muito. Um pedido: façam um ep sobre drogas e outras substâncias alucinógenas e seu uso mágicko!

  • Livia Andrade
    • Saulo Reis

      Livia o irmão de um amigo meu tatuou uma variação do simbolo na perna , vou perguntar ele se anda acontecendo algo de estranho , eu particularmente achei ele meio doido de tatuar um simbolo que ele nem sabe o significado apenas por modinha ainda mais que ele é católico , pois pelo que li esse é um simbolo ligado a um deus celta e parece que o simbolo tem ligação com o lado espiritual .

  • Livia Andrade

    Esse é o que um ouvinte mandou para mim. Sim,Paulo, parece ser o mesmo símbolo, o meu colar eraa apenas mais estilizado. Alguém que saiba mais tem algo a acrescentar? https://uploads.disquscdn.com/images/b4cf1b87dfc8aa0d005e08913b1d1c9d26167142217c762b1e3b665514b6cef9.jpg

  • Jonas Duarte

    Sonhei três vezes que invadi um local cheio de mesas (e nenhuma cadeira) com livros de ocultismo e bíblias espalhados e empilhados nelas. Apressado, eu começo a procurar livros específicos e a empilha-los para roubar antes que os donos do local cheguem, sempre acordei na hora que ia dar merda.
    Seria a tal biblioteca da Ju?

  • Saulo Reis

    O rolê do Vinicius e da Livia no Stonehenge foi na carreta furacão inglesa kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • José Roberto Americo

    Episódio maravilhoso!

    Cade as fotos do Keller e do Sir Penumbra?

    • Livia Andrade

      Rola aí nos comentários que eu deixei a foto do momento da ordenação

  • GusNoal

    Frater C* e Soror Batata foram demais.

    Agora, a dica é deixar o Jägermeister na porta do freezer. Tá sempre no ponto licoroso.

  • Karen Lima

    Não entendi direito o rolê klebístico da Livia, mas eu fiquei desgraçada da cabeça ouvindo ele.

    Não tenho um rolê do Kleber muito exato, mas lembro de duas situações que só Jesus na causa.
    Minha primeira vez comungando a ayahuasca foi muito klebístico. Um amigo meu comungou em uma local legal, compartilhou comigo a experiência que ele teve e eu fiquei super interessada em comungar também (estava passando por uma situação espiritual/mental difícil e percebi que seria uma forma de resolvê-la). Surgiu a oportunidade de comungar e meu amigo Kleber me chamou.
    Tudo muito lindo, mágico e maravilhoso. Tomei a ayahuasca, deitei no colchonete e esperei pela “força”.
    Tive algumas visões bonitas e PLAU! Apago. Acordo e percebo que já está de noite, o ritual ainda rolava. Apago novamente. (Por motivos de vergonha, vou ocultar algumas coisas). Acordo de novo, vejo que não tem quase mais ninguém no local e noto que meu processo de limpeza ia dar início. Mas continuei deitada porque ainda estava fora de mim, até que veio uma das “trabalhadoras” da casa me avisar que o ritual acabou.
    Gente, eu dei trabalho. Todos os meus sentidos estavam meio doidos e eu não consegui levantar.
    A moça precisou da ajuda de outras “trabalhadoras” para me levantar e me sentaram em um cantinho, enquanto pensavam no que fazer para me tirar da força. Elas perguntavam meu nome, se tinha alguém me acompanhando e eu não conseguia responder. Acho que me aplicaram passe, mas não resolveu.
    Meu amigo Kleber estava aonde? Então, ele ainda estava sob efeito da ayahuasca e quando me viu naquela situação começou a rir e precisou se afastar para ninguém achar que estava de zoeira comigo. Uma colega que foi com a gente chegou junto e conversou com as meninas.
    Eu comecei a voltar depois que as “trabalhadoras” me deram um banho (por causa do processo de limpeza que passei), me vestiram com roupas de alguma das meninas da casa e me deixaram sentadinha perto da fogueira.
    Meu amigo Kleber tentou ajudar, mas a força ao invés de diminuir veio com vontade nele e na colega. (Ele me viu com os cabelos molhados e cabeça baixa, começou a rir mais ainda porque estava parecendo a Samara) Os dois entraram em processo de limpeza. Enquanto eu tentava voltar, Kleber e Klebinha foram procurar uma árvore para vomitar.
    Como voltei para casa?
    Uma das “trabalhadoras” morava na minha cidade e arrumou um carro para a gente. Eu não conseguia dizer meu endereço, mas no meio do caminho reconheci algumas coisas e falava “vira aqui, vira ali”.
    Quando cheguei em casa, encontrei minha mãe louca porque tinha me ligado umas 200 vezes e eu não atendi.
    Apesar disso, foi ótimo ter comungando a ayahuasca porque compensou todo o rolê do Kleber. Fiquei muito bem e resolvi meus problemas espirituais/mentais. Voltei a comungar umas três vezes, mas por causa da peia eu decidi que não dou conta mais. Hahaha.

  • Karen Lima

    Não entendi direito o rolê klebístico da Livia, mas eu fiquei desgraçada da cabeça ouvindo ele.
    O lance com o colar me lembrou uma das primeiras vezes que fui em um terreiro e estava usando um pingente de estrela de Davi. Uma das entidades me deu uma broooonca, falou que aquele símbolo não era meu e tals. Guardei o pingente e nunca mais usei. Depois fui ver que o hexagrama compõe alguns pontos riscados e entendi a bronca. Haha.

    Minha primeira vez comungando a ayahuasca foi muito klebístico. Um amigo meu comungou em uma local legal, compartilhou comigo a experiência que ele teve e eu fiquei super interessada em comungar também (estava passando por uma situação espiritual/mental difícil e percebi que seria uma forma de resolvê-la). Surgiu a oportunidade de comungar e meu amigo Kleber me chamou.
    Tudo muito lindo, mágico e maravilhoso. Tomei a ayahuasca, deitei no colchonete e esperei pela “força”.
    Tive algumas visões bonitas e PLAU! Apago. Acordo e percebo que já está de noite, o ritual ainda rolava. Apago novamente. (Por motivos de vergonha, vou ocultar algumas coisas). Acordo de novo, vejo que não tem quase mais ninguém no local e noto que meu processo de limpeza ia dar início. Mas continuei deitada porque ainda estava fora de mim, até que veio uma das “trabalhadoras” da casa me avisar que o ritual acabou.
    Gente, eu dei trabalho. Todos os meus sentidos estavam meio doidos e eu não consegui levantar.
    A moça precisou da ajuda de outras “trabalhadoras” para me levantar e me sentaram em um cantinho, enquanto pensavam no que fazer para me tirar da força. Elas perguntavam meu nome, se tinha alguém me acompanhando e eu não conseguia responder. Acho que me aplicaram passe, mas não resolveu.
    Meu amigo Kleber estava aonde? Então, ele ainda estava sob efeito da ayahuasca e quando me viu naquela situação começou a rir e precisou se afastar para ninguém achar que estava de zoeira comigo. Uma colega que foi com a gente chegou junto e conversou com as meninas.
    Eu comecei a voltar depois que as “trabalhadoras” me deram um banho (por causa do processo de limpeza que passei), me vestiram com roupas de alguma das meninas da casa e me deixaram sentadinha perto da fogueira.
    Meu amigo Kleber tentou ajudar, mas a força ao invés de diminuir veio com vontade nele e na colega. (Ele me viu com os cabelos molhados e cabeça baixa, começou a rir mais ainda porque estava parecendo a Samara) Os dois entraram em processo de limpeza. Enquanto eu tentava voltar, Kleber e Klebinha foram procurar uma árvore para vomitar.
    Como voltei para casa?
    Uma das “trabalhadoras” morava na minha cidade e arrumou um carro para a gente. Eu não conseguia dizer meu endereço, mas no meio do caminho reconheci algumas coisas e falava “vira aqui, vira ali”.
    Quando cheguei em casa, encontrei minha mãe louca porque tinha me ligado umas 200 vezes e eu não atendi.
    Apesar disso, foi ótimo ter comungando a ayahuasca porque compensou todo o rolê do Kleber. Fiquei muito bem e resolvi meus problemas espirituais/mentais. Voltei a comungar umas três vezes, mas por causa da peia eu decidi que não dou conta mais. Hahaha.

    • Livia Andrade

      Nem eu entendi direito, bixo

  • Karen Lima

    KRÁÁÁÁÁLEO! HAHAHAHAHA Tô morrendo aqui tentando segurar o riso aqui no trabalho, sua doidinha. HAHAHAHHAHAHAHAHA

    • Laura Hofmann

      Kkkkk eu sei!
      Eu não acreditei no rolê errado no segundo seguinte em que fiz! A cara da Selina foi muita reprovação! Naquele dia eu aprendi que não posso fazer maxia que envolva terceiros de forma alguma!

  • Desviando totalmente do assunto, qual o nome dessa musica que toca nos recados do inicio dos episódios?

  • martim francisco simões

    Bom , vamos a alguns semi kebers e auto klebers

    Semi Kléber:
    Eu estava a um tempo sem fazer nenhum tipo de trabalho caipiroto-macumbístico e estava sentindo falta,
    como sempre deu certo trabalhar na umbanda, aceitei ir num terreiro com uma amiga minha. Chegando lá deu pra sentir o kleber chegando na hora de pedir licensa na tronqueira, pq o bagulho tava meio esquisito, mas tava tudo bonitinho, o altar tava certinho, os fundamentos tavam legais até onde dava pra ver, então ignorei o sentido aranha.
    Durante a cerimônia baixa o Exu do pai de santo, e começa a comer o c* metafísico da galera, foi uma hora de esporro pra ouvir que os médiuns tavam tão tortos na vida que não tinha uma esquerda protegendo a casa,
    tavam tudo arrumando os b.o.s dos médiuns, inclusive do pai de santo!!!!
    não é necessário dizer que se seguiu mais meia hora de um esporro que eu nunca ouvi igual, e eu ali na vergonha alheia total,
    nunca mais pisei no terreiro.

    O Auto Kléber:
    Na minha época revoltada gótica maluca, num dos períodos mais merda da minha vida, não sei por que cargas d’água resolvi fazer um ritual para evocar umas entidades lovecraftianas, na verdade não achava que nada daquilo iria dar certo, fechei todas as janelas do apartamento , tracei o círculo pentagrama, acendi as velas com todos os paranauês e rezadores que eu tinha direito, evoco os guardiões dos portais , começo com toda a balbúrdia necronômica que eu achava conhecer e fico lá esperando… e nada.
    Como já achava que não ia dar em nada mesmo encerrei meio na pressa, quando tava limpando o pentagrama começou a bater um vento sei lá de onde. Na mesma hora eu praticamente me borrei, chequei todas as janelas e me borrei novo pq estavam todas fechadas. Não digo que tenha havido algum efeito nocivo na minha vida além do cagaço, afinal a parada já tava ruim o bastante, mas fiquei um mês morrendo de medo, e mais que isso pra limpar o resto de sal que entrou todo nos vãos do piso da sala (sim, burro mesmo, tracei o pentagrama e o círculo com sal).

    E por último, não é exatamente um rolê do keber , mas é história de como o eu cheguei a conclusão que possuo um elemental do Kléber na minha vida e é comprida:

    Minha mãe me conta que desde pequeno coisas “estranhas acontecem comigo” (aliás essas coisas estranhas são bem regulares na minha família como fui descobrir depois) . Quando eu era bebê as cortinas se fechavam sozinhas se o sol batia no meu berço ( eram paineis de lona) , ou a “cúpula” do carrinho virava de lado (aqueles carrinhos antigos que ficam deitados e tem uma cobertura” ) detalhe que estamos falando de 1976 e eu era recém nascido… o tempo passou e quando eu tinha uns 4 para 5 anos a minha avó paterna vinha me por pra dormir todo dia, contar histórias e essas coisas de vó, o único detalhe é que ela tinha morrido quando eu tinha uns 2 ou três anos, isso durou uns seis meses que foi quando falei pra minha mãe, devido ao histórico dela com esse tipo de coisa ela entrou em pânico , sem que eu soubesse ela mandou rezar missas na igreja e fazer algumas coisas que não sei bem o que eram pra mandar minha vó embora e eu nunca mais a vi. Nos anos seguintes várias coisas aconteciam esporadicamente, eu via vultos, em casa, ouvia risadas e vozes estranhas, sendo que algumas vezes havia até sido atacado por entidades, apesar de ser uma criança alegre eu vivia permanentemente assustado por esse tipo de coisa, até hoje não sei dizer realmente o que era. Paralelamente sempre recebíamos convites para participar de reuniões espíritas e umbandistas, e principalmente da Rosa Cruz AMORC da qual sempre recebíamos panfletos e livretos. Sei que com o tempo essas coisas “sobrenaturais” foram diminuindo ficando bem esporádicas nada demais , somente aquelas sensações de presenças passageiras ou outros eventos que possuiam várias outras explicações… até eu entrar na adolescência.

    Desde uns treze anos eu já me sentia impelido a procurar explicações para o que acontecia, claro, sem orientação nenhuma e sem a permissão dos meus pais que eram avessos a qualquer coisa espiritual ainda mais sobrenatural, passava a tarde em livrarias e sebos e lia tudo o que podia, sem conseguir entender um terço, é claro, até arrisquei uns exercícios (me culpem) de um livro do paulo coelho pois me pareciam mais inofensivos e bem menos complicados que as coisas que tive acesso até então.

    Já com uns quinze para dezesseis anos comecei a escutar passos que vinham do corredor até a porta do meu quarto, mesmo quando não tinha ninguém em casa, eu me cagava de medo e rezava pra parar e não entrar no meu quarto, milagrosamente eles paravam, mas dava pra sentir que tinha algo ali, esperando. com o tempo esses passos começaram a me seguir pela casa, e eu , já apavorado falei com minha mãe, dessa vez ela não expressou medo ou fugiu do assunto, ela me orientou que quando isso acontecesse pra eu conversar com o que estava por perto e dizer que eu não tinha condições de ajudar, que ela procurasse outra pessoa. Bom, logo depois fui fazer um sanduíche na cozinha, quando ouço os passos que param bem próximo a mim, a sensação era de que tinha alguém atrás de mim, quase encostando, então faço o que minha mãe me disse, quase tendo um ataque cardíaco, mas o que aconteceu mudou tudo, me senti sendo abraçado, como algo protetor, e meu medo foi passando até se transformar em algo mais controlável.

    Os passos continuavam, mas agora já não me assustavam tanto eu sentia que o que quer que estivesse ali, no mínimo, não me queria mal, alguns dias depois comecei a escutar sussurros, com o tempo começam a ficar mais frequentes e mais altos, uma voz em particular se destacava até que ficou mais clara e começou a me dizer coisas ( sim eu considerei fortemente a possibilidade de doença mental por anos e até fui atrás de tratamento), mas um dia eu estava entrando no metrô com minha prima e a voz diz pra eu esperar pois eu seria assaltado por três pessoas se entrasse no agora, falei com minha prima, que não quis me ouvir e entramos, descemos as plataformas da estação paraíso e fomos cercados por três homens que me levaram o boné e a mochila. , mais tarde a mesma voz me avisa que minha prima iria cair da escada, eu saio correndo e consigo a segurar bem na hora que estava tropeçando.

    A partir de então eu comecei a confiar mais nessa “presença” e começamos a conversar durante um tempo, um dia após ter pedido muito para vê-lo, ele me orientou a deitar na cama , as luzes estavam apagadas, ele me orientou a um relaxamento , eu me senti mais leve, ele me falou pra levantar e abrir os olhos, então eu podia ver tudo como se a luz estivesse acesa, e eu pude ver, na minha frente um homem negro, muito alto, mais de um metro e noventa, vestindo um terno cinza, camisa branca e gravata preta, olhos grandes e brilhantes e um sorriso grande de dentes brancos, como eu nunca tinha visto, uma pessoa de extrema simpatia que emanava confiança, fiquei muito feliz , como se encontrasse um amigo ou parente querido, queria abraça-lo, ao levantar da cama olhei para o lado, e acabei me vendo , quero dizer, o meu corpo, e imediatamente “acordei” num sobressalto , a luz do quarto estava apagada.

    (alguns anos depois eu vi o filme A sombra e a escuridão e reconheci o meu amigo como sendo muito parecido com o africano que havia matado um leão com as mãos)

    Algumas semanas se passaram e eu comecei a notar uma segunda voz, um dia o homem de terno me pediu para deitar, fechar os olhos e não me mexer ou dar ouvidos às vozes, que a essa altura gritavam meu nome. O que se seguiu não deu pra entender, mas parece que houve uma briga entre essas entidades, senti minha cama tremer e pular , isso não durou muito tempo mas depois que parou nunca mais ouvi nenhuma da vozes, e por uns dois anos minha vida voltou ao normal. Mas eu estava para passar pela pior fase do sobrenatural (ou esquizofrenia) na minha vida.

    Como a história já está bem longa, depois eu conto o essa parte e as doideras dos 17 em diante, mas vou agradecer a vocês por compartilharem suas histórias, pois. por mais “bobas” que pareçam. Confortam muitas pessoas que passam por situações bizarras e não sabem o que fazer ou pensar a respeito, assim como eu já passei.

    um abraço, parabéns pelo programa, e sempre duvidem de tudo, principalmente da realidade.

  • Ana Da Rocha Kurata

    Aquele momento q agt percebe q foi o kleber